sexta-feira, 25 de julho de 2008

Durban - África do Sul

Chegamos a Durban,depois de ter-mos apanhado mau tempo,e o mar nos ter dado bastante porrada.
Atracádos ao cais comercial. Eis que um grumete fogueiro,depois de ter feito a limpeza ao gerador diesel,pensando que estava num porto português,lança borda fora um balde de água com residios de gasóleo.
Pareceu-nos que adivinhando a situação,logo se aproximou uma embarcação da Policia Marítima,ou Policia do Porto,e pedem para falar com o comando.
Não foram autorizados a atracar ao navio,tiveram que acostar ao cais a ré do navio.
Segundo se constou depois,após terem falado com o Oficial de Serviço,o navio, na pessoa do tesoureiro de bordo ( hoje,Almirante Silva e Pinho) abriu os cordões á bolsa,e desembolsou logo uma grande quantidade de Rands ( moeda local ) para pagamento da multa e da limpeza dos residios,que teimosamente,não se afastavam do navio,se calhar até para fazer a prova que tinham vindo de bordo.
Ficámos logo a saber,que contrariamente ao que fazíamos nos portos portugueses,ali os lixos e residios teriam que ser depositados no cais em recipientes próprios.

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